A professora Isabel e o professor João passaram na nossa sala e ofereceram a cada um de nós um poema.
sexta-feira, 6 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Semana da Leitura - Atelier de Banda Desenhada
A partir de tiras de banda desenhada das histórias do Tintin e da Mafalda, em grupos criámos, com as tiras que seleccionámos, novas aventuras com estas personagens.
Textos com diferentes funções comunicativas
Depois de termos analisado textos com diferentes funções comunicativas - aviso, recado, publicidade, notícia, anúncio, convite, folheto informativo - os alunos construiram, em grupo, a partir de um objecto que selecionaram, diferentes tipos de texto. Fica o resultado:
Mãe, vou dar uma volta de mota.
Ana Rita, Bruno, Diogo, Fábio Madeira, Hugo
Anúncio
Vendem-se balões nas lojas dos chineses, ao pé da Caixa Agrícola.
Jessica, Rafaela, Patrícia
Convite
Gonçalo, Daniel, Joel
Notícia
No dia 24 de Fevereiro, uns homens disfarçados de segurança entraram na fábrica de chocolate, em Lisboa, e colocaram veneno na caldeira do chocolate.
Recado
Mãe, vou dar uma volta de mota.
Até logo.
Beijinhos da tua filha Rita.
Ana Rita, Bruno, Diogo, Fábio Madeira, Hugo
Anúncio
Vendem-se balões nas lojas dos chineses, ao pé da Caixa Agrícola.
Cada saco custa 2€. Há balões de muitas cores.
Jessica, Rafaela, Patrícia
Convite
Rafaela
Estás convidada para vires à festa em Paz de la Casa para a apresentação do novo relógio que fala.
Podes trazer uma amiga.
Beijinhos
Gonçalo, Daniel, Joel
Notícia
No dia 24 de Fevereiro, uns homens disfarçados de segurança entraram na fábrica de chocolate, em Lisboa, e colocaram veneno na caldeira do chocolate.
Um menino, que comprou um chocolate na loja do senhor Joaquim, comeu-o e desmaiou. Foi levado para o hospital.
Passados 6 meses, os ladrões foram apanhados pela polícia. O menino recuperou a saúde sem ficar com problemas.
Leonardo, Cristiana, Fábio Dias, David
O slogan publicitário que construíram para cada um dos objectos:
Semana da Leitura - atelier de poesia
A partir dos poemas propostos pela equipa da Biblioteca, os alunos recriaram-os completando as lacunas.
Poema recriado I
Meninas que estais a cantar
Numas barraquinhas pequenas
Lá fora o Sol vai brilhar
Os riscos das vossas penas.
Menisnas que estais molhadas
Numas barraquinhas sentadas
Lá fora flores vão crescer
Com as vossas caras a aparecer.
Meninas que estais sonhando
Numas barraquinhas de moinho
Lá fora canta, chamando
O canto dum passarinho.
Ó mestra que estás no ar
Em cadeirinha tão alta
Lá fora o Sol vai iluminar
As penas que tens na Malta.
Ó mestra que estás dançando
Em cadeirinha de folhos
Lá fora flores vão abanando
Para adoçar os teus olhos.
Ó mestra que estás sonhando
Em cadeirinha de linho
Lá fora canta chamando
O canto do passarinho.
O poema original é de Matilde Rosa Araújo, "O livro da Tila".
Poema recriado II
Encontrei o meu amor
que estava a brincar
pedi-lhe uma flor
para a beijar.
Recolhi a flor
com todo o amor
num tubo de amar
bem me posso apaixonar.
Olhei-a de lado de repente
do outro e de frente
tinha um ar de gota
muito marota.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as maneiras
deu-me o que é costume.
O peoma origina é de António Gedeão.
Poema recriado III
Vai a galope o cavalo e sem armadura
Galopando no ar sem ferradura.
E galopa e galopa, o cavalo
E galopa sem fim sem ter intervalo.
Oh, que bravo corcel, que doidas galopadas,
Crinas de estopa ao vento e as patas pintadas.
Em curvas pelo ar, em velozes carreiras,
O cavalo de pau é o terror das cadeias!
E o cavaleiro nunca muda de posição
A galopar a galopar a levanta-se do chão.
O pema original é de Afonso Lopes Vieira
Poema recriado I
Meninas que estais a cantar
Numas barraquinhas pequenas
Lá fora o Sol vai brilhar
Os riscos das vossas penas.
Menisnas que estais molhadas
Numas barraquinhas sentadas
Lá fora flores vão crescer
Com as vossas caras a aparecer.
Meninas que estais sonhando
Numas barraquinhas de moinho
Lá fora canta, chamando
O canto dum passarinho.
Ó mestra que estás no ar
Em cadeirinha tão alta
Lá fora o Sol vai iluminar
As penas que tens na Malta.
Ó mestra que estás dançando
Em cadeirinha de folhos
Lá fora flores vão abanando
Para adoçar os teus olhos.
Ó mestra que estás sonhando
Em cadeirinha de linho
Lá fora canta chamando
O canto do passarinho.
O poema original é de Matilde Rosa Araújo, "O livro da Tila".
Poema recriado II
Encontrei o meu amor
que estava a brincar
pedi-lhe uma flor
para a beijar.
Recolhi a flor
com todo o amor
num tubo de amar
bem me posso apaixonar.
Olhei-a de lado de repente
do outro e de frente
tinha um ar de gota
muito marota.
Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as maneiras
deu-me o que é costume.
O peoma origina é de António Gedeão.
Poema recriado III
Vai a galope o cavalo e sem armadura
Galopando no ar sem ferradura.
E galopa e galopa, o cavalo
E galopa sem fim sem ter intervalo.
Oh, que bravo corcel, que doidas galopadas,
Crinas de estopa ao vento e as patas pintadas.
Em curvas pelo ar, em velozes carreiras,
O cavalo de pau é o terror das cadeias!
E o cavaleiro nunca muda de posição
A galopar a galopar a levanta-se do chão.
O pema original é de Afonso Lopes Vieira
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Carnaval
Integrado no âmbito das actividades da Área de Projecto, cujo tema é "Serra da Estrela", cada aluno trouxe para este Carnaval um elemento com ele relacionado.
Apareceram pastores, turistas, bonecos de neve, lontras, caçadores, celtas,...
Foi uma verdadeira animação!
Fica o registo...
Palhaços
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
A biodiversidade da Serra da Estrela
No dia 18 de Fevereiro estivemos no auditório a ouvir uma bióloga do CISE que nos falou sobre a Biodiversidade da Serra da Estrela.
Ela começou por nos dizer o que era a biodiversidade. Ficámos a saber que esta palavra significa que existem muitas e diferentes formas de vida.
Aprendemos que na Serra da Estrela existem muitos seres vivos, alguns deles só lá existem. São exemplo. a lagartixa-da-montanha, algumas espécies de gafanhotsos, borboletas e algumas plantas.
Algumas plantas e animais estão em vias de extinção e por isso devemos protegê-los.Algumas plantas ervem para fazer medicamentos.
A biológa mostrou imagens de paisagens , animais e plantas e falou-nos sobre elas.
Em volta de uma caixa surpresa aprendemos muitas coisas!
Esta actividade realizou-se no âmbito do Projecto de Mediação Escolar realizado pelo "Tábua Progride em Rede".
A tarefa consistia em tomar conta de uma caixa selada durante um período de quase um mês- de sde o dia 21 de Janeiro até 18 de Fevereiro. Cada grupo tinha um caixa, deveriam organizar-se e registar num diário os acontecimentos. No dia 18 de Fevereiro, abriram a caixa, falaram da experiência e aprenderam o que significa partilhar.Elaboraram ainda um painel a partir da frase " Não importa onde estou ou com quem estou, há sempre formas especiais de partilhar!" que está exposto na sala.
Fica o registo escrito da experiência de cada grupo.
Grupo 1
O grupo é constituído pelo Diogo, Bruno, Rita e Fábio Madeira.
Combinámos que cada um levava a caixa durante um dia. O primeiro a levá-la foi o Diogo, a seguir foi a Rita, o Bruno e por último o Fábio madeira.
O Fábio nunca quis levar a caixa porque estava amachucada.
No dia 18 de Fevereiro, abrimos a caixa e vimos que ela estava cheia de papéis e 8 rebuçados.
Dividimos os rebuçados da seguinte maneira: o Diogo e a Rita ficaram com 3 rebuçados e o Bruno, que não se importou, ficou com 2 rebuçados. O Fábio Madeira não recebeu nenhum porque nunca levou a caixa.
Partilhar significa ser amigo.
Grupo 2
O nosso grupo era formado pelo Daniel, Patrícia e Rafaela.
A nossa estratégia foi cada um levar a caixa para casa. O Daniel, no fim-de-semana anterior, esqueceu-se dela na sala e a Rafaela esqueceu-se um dia em casa.
No dia 18 de Fevereiro abrimos a caixa e encontrámos rebuçados. Foi difícil partilhar os rebuçados porque não davam para todos terem o mesmo número, então a Patrícia, que tinha uma pastilha guardada na mala deu-a ao Daniel e assim cada um ficou com 3 guloseimas.
Partilhar é emprestar.
Grupo 3
Faziam parte do grupo o David, o Ricardo e a Marília.
Foi fácil tomar conta da caixa porque cada um ficou com ela durante uma semana.
Quando chegou o dia 18 de Fevereiro, o Pedro e a Ana disseram para a abrirmos e lá encontrámos 8 rebuçados que tivemos que partilhar. Dividimos 2 rebuçados para cada um e como sobraram dois rebuçados, cortámo-los e dividimos pelos três.
Partilhar significa emprestar e dividir uma coisa.
Grupo 4
Os elementos do grupo são: o Pedro, o Joel, o Hugo e a Cristiana.
A estratégia que combinámos para tomar conta da caixa foi cada um levá-la por um dia.
O Pedro levou a caixa dois dias e esqueceu-se dela durante uma semana e meia. A mãe dele abriu a caixa um dia. A seguir foi a Cristiana que a levou, depois foi o Hugo e finalmente foi a vez do Joel. Foi fácil porque todos participaram.
No dia 18 de Fevereiro todos os grupos abriram a caixa menos o nosso grupo porque o Pedro esqueceu-se dela em casa. No dia 19 ele vai trazê-la e vamos partilhar os rebuçados.
Partilhar significa dividir as coisas e dar a vez.
Grupo 5
O nosso grupo é constituído pelo Gonçalo, a Carolina e a Jessica.
A estratégia que nós arranjámos para tomar conta da caixa foi cada um levá-la um dia. A experiência correu mal porque a Carolina ficou com ela 5 semanas em casa e o Gonçalo e a Jessica não a levaram.
No dia 18 de Fevereiro abrimos a caixa e encontrámos 8 rebuçados. Decidimos que a Jessica e o Gonçalo ficavam com 3 rebuçados e a Carolina com 2 porque se tinha esquecido dela muito tempo.
Partilhar é emprestar uma coisa a outro.
Grupo 6
O grupo era constituído pelo Fábio Dias, Inês, Leonardo e Mariana.
A Ana e o Pedro do “Projecto Tábua Progride em Rede” entregaram ao nosso grupo uma caixa para tomarmos conta desde o dia 21 de Janeiro até 18 de Fevereiro e não a podíamos abrir.
A experiência correu muito bem e cada um levou a caixa para casa, mas algumas pessoas esqueceram-se dela.
No dia 18 de Fevereiro, o Pedro e a Ana disseram abrir a caixa. Encontrámos 8 rebuçados que partilhámos dando dois rebuçados a cada elemento do grupo.
Nós adorámos a surpresa e também a experiência.
Partilhar significa emprestar. Podemos partilhar a amizade, o amor ou uma coisa qualquer.
Etiquetas:
"Tábua Progride em Rede",
Formação Cívica
Experiências com a água
Fenómeno de Condensação
Experiência I
Material: copo, gelo
Execução: Colocámos o gelo no copo; passados alguns minutos fomos observar o que aconteceu.
Observação: Observámos que o vidro do copo embaciou, formando-se pequeninas gotinhas de água que escorriam por ele.
Conclusão: O vapor de água existente na sala, ao entrar em contacto com o vidro frio na parte exterior do copo, condensou e formou as pequenas gotas de água.

Experiência II
Material: copo, caixa de Petri, gelo, água quente
Execução: Colocámos água quente num copo; colocámos o gelo na caixa de Petri; colocámos o vidro do relógio em cima do copo com a água quente; observámos o que aconteceu.
Observação: Observámos que o gelo foi derretendo e no fundo da caixa de Petri, formaram-se gotas de água que cairam para dentro do copo.
Conclusão: O vapor de água, ao entrar em contacto com o vidro de relógio frio, condensou e formaram-se gotas de água.

Situações em que ocorre o fenómeno da condensação:
- Quando vamos num carro, com tempo frio, os vidros ficam embaciados.
- Nevoeiro junto aos rios.
- Na casa de banho, depois do banho, os vidros e a parede ficam embaciados e a escorrer água.
- Orvalho nas plantas.
Fenómeno de solidificação
Neste fenómeno, a água passa do estado líquido ao estado gasoso, por arrefecimento.
São fenómenos de solidificação: o gelo, a neve, o granizo, a geada.
Fenómeno de evaporação
Experiência III
Material: caixa de Petri, água
Execução: Medimos 10 ml de água numa proveta e deitámo-la na caixa de Petri. Colocámos a caixa no parapeito da janela e observámos o que aconteceu ao longo dos dias.
Observação: Observámos que, dois dias depois, não havia mais água na caixa de Petri. A água evaporou-se.


Três dias depois verificámos que na caixa de Petri só estavam os cristais do sal.

A propósito desta experiência falámos sobre as salinas.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Aventuras com as nossas personagens favoritas...
Foi proposto aos alunos que escolhessem três personagens de entre aquelas que foram mostradas. Com elas iriam um texto no qual fossem as personagens e tivessem que resolver um problema. Os alunos selecionaram ainda o espaço onde decorria a história.
Eis alguns desses textos...
Personagens: Bob, Ruca, Noddy
Problema: O Noddy teve um acidente de carro
Era uma vez três amigos que se chamavam Bob, Ruca e Noddy. O Bob ligou ao Ruca e ao Bob para irem lanchar a sua casa.
O Noddy, no caminho, teve um acidente mesmo à porta do Ruca. Bateu com o pára-choques num poste de luz.
Como o Ruca viu o acidente e tinha o telefone à mão, telefonou para o Bob e levou-lhe o carro. Chamou também uma ambulância para levar o amigo ao hospital ver se tinha alguma coisa partida.
O Bob conseguiu arranjar o carro e foi com o Ruca buscar o Noddy ao hospital. Depois foram todos lanchar.
Leonardo
Personagens: Capuchinho Vermelho, Kitty e a Dora
Problema: A Capuchinho Vermelho vivia sozinha na floresta e tinha medo.
Problema: A Capuchinho Vermelho vivia sozinha na floresta e tinha medo.
A Capuchinho Vermelho estava sozinha na floresta, numa casa velha. Quando chovia e trovejava, a casa abanava com tanto estrondo. Ela ficava com muito medo.
Num dia de sol, ela foi para a sua quinta semear cenouras e outros alimentos.
Chegaram dois meninos mendigos que lhe perguntaram se podiam viver com ela. A Capuchinho Vermelho teve coragem de perguntar aos mendigos como é que se chamavam e eles responderam:
- Eu chamo-me Kitty.
- E eu sou a Dora.
A Capuchinho Vermelho aceitou a proposta deles. Os três meninos ficaram amigos e viveram felizes todos juntos. O Capuchinho Vermelho nunca mais teve medo.
Rafaela
Personagens: Ruca, Noddy e o Bob
Problema: Há lixo na praia
Problema: Há lixo na praia
O Ruca, o Bob e o Noddy foram para a praia.
Quando lá chegaram viram que a praia tinha lixo. O Bob e os seus amigos não tinham sítio para brincar.
Os amigos pegaram em sacos e limparam o lixo. Agora já têm espaço para brincarem.
Bruno
Personagens: Bob, Ruca, Noddy
Problema:O Bob e o Noddy discutem para saber quem é que constrói a melhor casa para o Ruca.
Problema:O Bob e o Noddy discutem para saber quem é que constrói a melhor casa para o Ruca.
Era uma vez três amigos que se chamavam Bob, Ruca e Noddy. Eles moravam numa cidade.
Um dia combinaram encontrarem-se na rua de São Paulo porque o Ruca queria-lhes dar uma notícia.
Quando eles se encontraram, o Ruca contou-lhes que queria construir uma casa mas não sabia nada de construção, por isso ia pedir-lhes ajuda. Eles concordaram logo em ajudar.
O Bob disse:
- Eu vou-te construir a melhor casa do mundo.
O Noddy disse:
- Não, eu é que te vou construir a melhor casa do Universo.
Eles começaram a discutir. O Ruca tentou acalmá-los e disse:
- Porque é que vocês não se juntam e fazem a melhor casa.
Eles concordaram e começaram logo a construí-la.
Numa só semana construíram uma bonita casa para o Ruca que ficou feliz com a ajuda dos amigos.
Pedro
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Trabalhos sobre a História de Portugal
Foi pedido aos alunos que realizassem um trabalho sobre um tema da História de Portugal.
Alguns alunos empenharam-se na realização e apresentação desse trabalho.
Ficam aqui registados.
Alguns alunos empenharam-se na realização e apresentação desse trabalho.
Ficam aqui registados.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Cartaz - "As andanças do senhor Fortes"
No final da história, o senhor Fortes, o Arnaldo e a Ricardina tornaram-se artistas de circo. Juntaram-se ao Circo Mundial e foram de terra em terra mostrar as suas habilidades.
A partir do enunciado do cartaz existente no livro, foi realizado um concurso para a sua ilustração. A escolha dos três melhores recaiu nos seguintes:
A partir do enunciado do cartaz existente no livro, foi realizado um concurso para a sua ilustração. A escolha dos três melhores recaiu nos seguintes:



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Expressão Plástica,
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Demonstração da Brigada Cinotécnica da GNR
No dia 11 de Fevereiro, na parte da manhã, vieram à Escola Básica Integrada de Midões cinco polícias da GNR que trouxeram três cães especializados em buscas de droga e explosivos.
Os cães eram da raça pastor alemão, labrador e pitbull.
No campo de jogos, estiveram dois polícias a mostrarem situações de obediência com os cães através de gestos. Eles foram obedientes porque estavam treinados.
Os polícias disseram-nos como é que se ensinavam os cães. Disseram-nos ainda que se um cão feroz nos quisesse morder devíamos ficar quietos e não correr.
Na última demonstração, um polícia escondeu explosivos num caixote do lixo e uma cadela chamada Bia foi à sua procura. A Bia farejou os caixotes e quando o encontrou sentou-se a indicar o sítio do explosivo. O polícia disse-nos que a cadela não ladrou porque podia provocar uma explosão
No final, o polícia deu-lhe um brinquedo que era um farrapo velho.
Depois da demonstração fizemos festinhas na cadela.
Os cães eram da raça pastor alemão, labrador e pitbull.
No campo de jogos, estiveram dois polícias a mostrarem situações de obediência com os cães através de gestos. Eles foram obedientes porque estavam treinados.
Os polícias disseram-nos como é que se ensinavam os cães. Disseram-nos ainda que se um cão feroz nos quisesse morder devíamos ficar quietos e não correr.
Na última demonstração, um polícia escondeu explosivos num caixote do lixo e uma cadela chamada Bia foi à sua procura. A Bia farejou os caixotes e quando o encontrou sentou-se a indicar o sítio do explosivo. O polícia disse-nos que a cadela não ladrou porque podia provocar uma explosão
No final, o polícia deu-lhe um brinquedo que era um farrapo velho.
Depois da demonstração fizemos festinhas na cadela.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Friso Cronológico da História de Portugal
Depois de termos estudado a História de Portugal, desenhámos alguns dos acontecimentos mais importantes. Juntámos os desenhos ordenados por data e construímos assim um friso cronológico.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Símbolos de Portugal
História de Portugal - Expressão Plástica
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