quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Experiências com o ar

Hoje realizámos mais experiências relacionadas com o ar.
Já sabemos que o ar existe, apesar de não o vermos, podemos sentir os seus efeitos.
Com 3 experiências procurámos responder à questão: " Quem apagou a vela ?".

Experiência I
Depois de acendermos a vela, colocámos sobre ela um copo invertido e observámos o que iria acontecer. A vela, algum tempo depois, apagou-se.




Com esta experiência compreendemos que o ar é uma mistura de gases. para a vela arder é necessário que exista oxigénio, ocorrendo, assim, uma combustão. Quando se colocou o copo na vela, esta apagou-se ao fim de algum tempo, porque se consumiu o oxigénio do ar presente no copo. Os gases que ficaram no copo, entre outros o monóxido de carbono, não permitem a combustão.
Falámos que quando ocorre um pequeno incêndio devemos abafá-lo com uma manta para o apagar.
Falámos ainda dos perigos das braseiras e aquecedores acesos numa sala ou quarto fechados.

Experiência II

Procedemos da mesma maneira da experiência I mas agora usámos dois copos, um grande e um mais pequeno. Verificámos que a vela que estava no copo mais pequeno se apagou mais rapidamente do que a que estava no copo grande. isto aconteceu porque o ar do copo maior contém mais oxigénio.




Experiência III

Desta vez colocámos água corada numa tina onde estava a vela acesa.
Observámos que, passado algum tempo, a vela apagou-se e a água entrou e "subiu" dentro do copo. Concluímos que a água foi ocupar o espaço ocupado pelo oxigénio.


Na experiência IV formámos um gás. Juntámos bicarbonato de sódio ao vinagre dentro de uma garrafa tapada com um balão. Verificámos que o balão começou a encher com um gás.
Compreendemos que o bicarbonato de sódio ao reagir com o vinagre formou dióxido de carbono que encheu a garrafa e o balão.





Falámos que o dióxido de carbono está presente nos sumos com gás e que é libertado quando os agitamos e abrimos a tampa.

Computador Magalhães

Começaram hoje a ser distribuidos os primeiros computadores "Magalhães" pelos alunos da turma.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Ser um cidadão responsável

Depois de ao longo deste mês termos conversado várias vezes sobre o que é um cidadão e o que é a cidadania,a partir de uma lista de frases, selecionámos aquelas que correspondiam a um cidadão responsável.
Depois escrevemo-las num cartaz e ilustrámos.

O trabalho está exposto na Biblioteca da escola.

PNL - As andanças do senhor Fortes

Uma das actividades que já realizámos à medida que vamos lendo este livro de António Mota foi os desenhos que apresentamos de seguida.

Experiência com luz e sombras II

Hoje terminámos as experiências sobre os factores que influenciam a sombra de um objecto.

Na terceira actividade procurámos responder à pergunta: “O que acontece à sombra se variar a posição da fonte luminosa em redor do objecto?”
Executámos a experiência e verificámos que:
- a lanterna, na posição vertical não produziu nenhuma sombra,
- à medida que deslocámos a lanterna numa posição oblíqua em relação ao objecto, foi produzida uma sombra no lado oposto e esta tornou-se cada vez maior.
- na posição horizontal em relação ao objecto, formou-se um sombra no lado oposto e o seu comprimento foi o maior.



Podemos então concluir que quando se altera a posição da fonte luminosa, a posição e o comprimento da sombra também se altera.

Lembrámo-nos que é isto que acontece na Natureza, quando o Sol, à medida que a Terra se desloca, produz sombras de objectos de comprimentos e posições diferentes.

Um exemplo de que falámos foi o do relógio de Sol, em que a partir da sombra que um ponteiro produz, podemos saber mais ou menos as horas.
Na Vila do Mato, existe um relógio de Sol colocado num muro.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Parabéns !

Parabéns ao Diogo, que no dia 24 de Janeiro fez 10 anos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Adivinha quanto eu gosto de ti !

Hoje falámos sobre o que é gostar de alguém e do tamanho desse gostar.
Uns meninos acham que é fácil dizer aos outros que gostamos deles, mas outros dizem que é muito difícil, que têm que escrever e desenhar em "bilhetinhos" para depois os entregar.
O professor contou-nos a história "Adivinha quanto eu gosto de ti", de Sam McBratney e vimos um pequeno filme.



Depois ouvimos e cantámos a canção do André Sardet "Adivinha quanto gosto de ti".





Em grupo, uns transformaram o poema da canção num texto em prosa e outros transformaram o texto da história em poesia.

Fica aqui o que fizemos.


Gosto muito de ti
Desde a Lua até aqui
Do tamanho dos meus braços
Dou-te muitos abraços.

A lebre saltou muito alto
Em cima do jardim
Com esse saltão
Mostrou quanto gostava de mim.

Leonardo, Inês, Mariana, Fábio Dias

Sabes quanto gosto de ti?
Dizia a lebre grande
Gosto de ti
Como daqui até ali.

A lebre grande saltou
Para dizer o quanto a amava
A pequena lebre olhou
Enquanto ela brincava.

Eu também gosto de ti
Como daqui até à Lua
E da Lua até aqui
Ficaremos sempre juntos, aqui, nesta rua.

Rafaela, Daniel, Patrícia

Gosto muito de ti
Do tamnaho de um salto
Desde aqui até ali
Foi um salto muito alto.

Lebre, lebrezinha, gosto tanto de ti
Como a flor que tenho na minha mão
Igual aquela ali
Com cheiro a limão.

És tão amiguinha e tão bonita
Da cor da avelã
És muito alta
E fofa como a lã.

Desde aqui até à Lua
Eu gosto de ti
Quando estou contigo aqui
Bem juntinhos nesta rua.

Cristiana, Pedro, Joel


Eu gosto muito da Sara porque ela é minha amiga.
Eu queria cantar-lhe uma canção para lhe dizer o quanto eu gosto dela, porque não sabia como lhe dizer.
Quando ia a casa dela, ela fechava-me a porta na cara e não olhava para mim.
Um dia enchi-me de coragem, cantei-lhe uma canção e disse-lhe que gostava dela desde aqui até à Lua.
Ela, para me agradecer, deu-me um beijo e eu fiquei feliz.

Jessica, Carolina, Gonçalo

Era uma vez um menino que se apaixonou por uma menina, mas não sabia como lhe dizer. Pensou: “ Vou dar-lhe uma flor com um bilhete, mas não sei o que vou escrever”.
O menino estava com as pernas a tremer porque tinha medo da resposta que a menina lhe ia dar.
- Tenho que me decidir como lhe hei-de contar!
Então, um dia, parou à porta dela, mas ela nem olhou para ele quando lhe disse que gostava dela.
No outro dia, o menino ganhou coragem e disse-lhe que gostava dela como dali até à Lua.

Ana Rita, Bruno, Hugo, Diogo

Era uma vez um menino que queria dizer a uma amiga que gostava dela, mas tinha vergonha. Ele queria escrever-lhe uma carta, mas não sabia bem o que lhe havia de dizer.
O menino, um dia, resolveu construir um avião de papel azul com uma carta escrita lá dentro.
A menina abriu o avião e leu que o menino gostava dela como dali até à Lua.

Ricardo, Marília, David, Fábio Madeira

Nevou ! !

Eram 3 horas da tarde quando a neve começou a cair com alguma intensidade.
Foram apenas alguns minutos, mas os suficientes para professores e alunos virem à janela observar este fenómeno que tão raras vezes acontece na nossa localidade.
Foi um momento divertido.




quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Biografia - António Mota

Com a pesquisa que alguns alunos fizeram na Internet e na Biblioteca sobre a vida do escritor António Mota, autor do livro que andamos a ler "As andanças do Senhor Fortes", organizámos a informação e construímos uma pequena biografia.

António Mota nasceu no dia 16 de Julho de 1957, em Vilarelhe - Ovil, concelho de Baião, distrito do Porto.
Aos 7 anos ajudava o pai, que era sapataeiro, a construir sapatos e chancas.
Gostava de ouvir música clássica no rádio e de ler os livros que a carrinha da Biblioteca Itinerante trazia.
Tinha a tarefa de guardar as cabras mas era mau pastor porque as deixava fugir.
Estudou para ser professor do 1º ciclo tendo concluído o curso em 1975. Foi professor na escola que frequentou em criança.
Em 1979 escreveu o seu primeiro livro "A aldeia das Flores".
Ganhou vários prémios com os livros que escreveu.
Já escreveu mais de 70 livros.

Parabéns


Hoje, 15 de Janeiro, o Leonardo fez 10 anos.

Muitos parabéns Leonardo!


A vendedora de fósforos

No dia 12 lemos um excerto da história da "Vendedora de fósforos", de Hans Christian Andersen.
A história não tinha acabado e o professor pediu que imaginassemos o que iria acontecer.
Ficam aqui a continuação da história que alguns meninos escreveram.

O frio aumentava cada vez mais…


A menina estava encostada entre duas casa porque ali não estava tanto frio. Ela ficou ali até ser dia.
De manhã, uma senhora encontrou-a e levou-a para sua casa. A menina foi até à lareira aquecer-se.
A senhora comprou-lhe fósforos e deu-lhe uns sapatos novos. A menina ficou contente e foi para casa, com o dinheiro no bolso do avental, mostrar ao pai.
O pai não lhe ralhou e com aquele dinheiro mandou arranjar a casa e não foi preciso ir vender mais fósforos.

Daniel

…e depois começou a nevar. A menina chorava. Ela queria ir para casa mas tinha medo do pai. Então teve uma ideia: ia parar em todas as casas da rua e dizer a todos para comprarem fósforos que assim aqueceriam melhor as suas casas. Assim fez e conseguiu muito dinheiro para levar para casa.
Quando chegou a casa, viu que o pai estava a dormir. Acordou-o e disse-lhe que já tinha dinheiro; ele ficou muito orgulhoso pela filha.
No dia seguinte foram à feira e compraram comida, casacos quentes e sapatos. Com o dinheiro que sobrou compraram outra casa melhor.
A menina e o pai arranjaram trabalho e viveram felizes.

Inês

…e a menina continuava cheinha de frio. No chão estava uma, pegou nela e agasalhou-se.
No dia seguinte, a menina acordou e que já havia pessoas naquela rua. Estavam contentes e bem agasalhadas.
Ela pôs-se a pensar numa maneira de vender os fósforos. Pensou, pensou até que teve uma ideia. Tirou a manta, dobrou-se e estendeu-a no meio da rua. Colocou os fósforos em cima e começou a cantar. As pessoas paravam e compravam os fósforos.
Quando chegou a casa e mostrou o dinheiro ao pai ficaram contentes e viveram felizes para sempre.

Pedro

Como estava cheia de frio, a menina acendeu alguns fósforos para fazer uma fogueira com alguma lenha que estava ali perto.
O pai ficou preocupado e foi à procura da menina na cidade.
Encontrou-a quase gelada. As pessoas vieram á janela e ficaram tristes por causa dela. Então deram-lhe tudo o que a menina precisava: dinheiro, comida e roupa.
Nunca mais teve de vender fósforos e ela e o pai estiveram sempre quentes.

Hugo

A menina continuava a andar, a andar até que foi dar a sua casa, mas voltou para trás com medo.
O pai, em casa, ficou preocupadíssimo a pensar que ela podia ter sido raptada ou ter-se perdido. Ele resolveu sair de casa para ir procurá-la.
A menina, por sorte, escondeu-se entre três pedras ao alto que pareciam uma cabana.
O pai quando a encontrou ficou muito contente e a menina disse-lhe que tinha tido medo de ir para casa porque não tinha vendido nenhum fósforo e o pai podia bater-lhe.
O pai disse-lhe que a culpa não era dela, as pessoas é que não queriam comprar fósforos.
Os dois abraçaram-se.

Mariana

Hoje, 14 de Janeiro, o professor mostrou-nos um filme de animação com esta história.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Experiência com o ar: o paraquedista

Fizémos uma experiência relacionada com as propriedades do ar - O paraquedista.





Chegámos às seguintes conclusões:
- O paraquedas "prende" o ar e atrasa a queda do objecto.
- Quanto maior for a área do paraquedas, mais lenta é a queda.
- Quanto mais pesado é o objecto, mais rapida é a sua queda.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Investigação matemática - hexaminós

No dia 7 de Janeiro, em Matemática, aprendemos os "Minós". Depois do professor explicar o que eram estas figuras, fizemos uma investigação com os hexaminós.

Na primeira tarefa, começámos por construir, individualmente, o maior número de hexaminós que conseguimos; depois juntámo-nos em pequenos grupos e fomos verificar todos os hexaminós diferentes que cada um tinha construído. Copiámos então para uma folha todos os que eram diferentes.






A segunda tarefa proposta pelo professor foi verificar quais eram os hexaminós que podiam ser planificações do cubo. Assinalámos-os na folha com X. Em alguns casos, para termos a certeza, tivemos que os construir.



No dia 9 de Janeiro, depois do professor ter seleccionado alguns dos hexaminós fomos investigar a sua área e o seu perímetro.

Concluímos que a área mantinha sempre o mesmo valor, mas o perímetro variava.

Parabéns



Hoje, 9 de Janeiro, o Pedro fez 9 anos.


Parabéns !


quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

"As andanças do Senhor Fortes" - PNL

Nas próximas semanas iremos ler e trabalhar um novo livro do Plano Nacional de Leitura - PNL.
Começámos por explorar a sua capa e contra-capa, registando a "ficha técnica":


Título - "As andanças do Senhor Fortes"
Autor - António Mota
Ilustrador - Teresa Lima
Editora - Gailivro
Ano de publicação - 2004






Depois fomos escrever o que imaginavamos que seria a história, a partir da observação da capa. Ficam aqui registados alguns desses textos.

Era uma vez um senhor que se chamava Fortes. Um dia, nas suas andanças, foi a uma loja e viu umas ovelhas. Comprou-as, levou-as para casa e pô-las na loja. O cabrito que já lá estava ficou agitado quando viu o rebanho. O cabrito começou aos saltos e assustou as ovelhas. O senhor foi à loja e viu tudo em pantanas. Fez com que o cabrito parasse e começou a ser amigo das ovelhas.O senhor Fortes andava muito mas um dia cansou-se. Como ele adorava andar nas suas andanças, teve uma ideia: levar uma ovelha consigo e quando estava cansado punha-se em cima dela e assim já podia descanasr um pouco.

Inês

Eu acho que o senhor Fortes, quando ia nas suas andanças, passou por uma loja de malas, achou uma muito bonita e resolveu comprá-la. Ao sair da loja viu um rebanho de ovelhas e uma delas era diferente porque era castanha e ia no caminho a dançar.

Leonardo



Era uma vez um senhor que se chamava Fortes.
O senhor Fortes quando ia sair de casa para o trabalho encontrou uma rebanho de ovelhas e viu que uma ovelha preta andava a dançar. Quando ele voltou das suas andanças, à noite, a ovelha ainda estava a dançar.

David


Era uma vez um senhor que estava em casa quando viu que estava a entrar um rebanho de ovelhas em sua cas. Ele ficou aflito porque lhe iam estragar tudo. Então decidiu ir atrás delas para as pôr na loja.



Rafaela

Era uma vez uma ovelha diferente das outras. O senhor Fortes andava sempre com ela para o veterinário para saber o que lhe tinha acontecido, pois tinha saído da barriga da mesma mãe.
O veterinário disse-lhe que pensava que tinha sido um espermatozóide diferente dos outros e por isso ela era diferente.



Gonçalo

Era uma vez um senhor que tinha muitas ovelhas. Ele era pobre e por isso teve que viajar de avião para ver se arranjava alguém que as quisesse comprar para ter ficar com dinheiro.
Ele teve que viajar para uma terra muito longe e quando lá chegou arranjou uma pessoa que as queria comprar.
As ovelhas também foram de avião e assim o senhor conseguiu ganhar o dinheiro.



Joel

Era uma vez um senhor que ia a sair de sua casa mas as ovelhas tapavam-lhe o caminho. O senhor chamou o senhor Fortes para o ajudar a sair daquela confusão porque a vaca que comandava as ovelhas era muito má e podia matá-lo.



Ana Rita

Quadras / Canções de Reis

Recolha feita por alguns alunos da turma.


Já os três Reis são chegados
À lapinha de Belém.
Adoraram o Menino
Que nossa Senhora tem.

Dar Boas Festas
Aqui viemos,
Os Santos Reis
Lhe cantaremos.

Santos Reis, santos coroados
Vinde ver quem vos coroou
Foi a Virgem, Mãe sagrada
Quando por aqui passou.

O caminho era torto,
Uma estrela vos guiou.
Em cima de uma cabana
Essa estrela parou.

A cabana era pequena
Não cabiam todos três
Adoraram Deus Menino
Cada um por sua vez.

Aqui vimos nós
Todos reunidos
A cantar os Reis
Aos nossos amigos.

Não é por interesse
Mas por amizade
Dá-nos um tostão
De boa vontade.

Cantamos os Reis
Do qui ri qui qui
Senão nos dão nada
Ficamos aqui.

Ficamos aqui
Ficamos aqui
A cantar os Reis
Do qui ri qui qui.

Ó da casa, nobre gente
Senhores desta morada
Escutai e ouvireis
Esta nobre embaixada.

Quem diremos nós que viva
Por cima da salsa crua
Vive lá o menino
Que é o mais lindo da rua.
Fábio Dias


Nós somos os três Reis
Vimos do Oriente
Vimos abençoar o menino
Com estes lindos presentes.

Aqui vimos, aqui vimos
Aqui vimos, bem sabeis
Desejar as boas festas
E também pedir os Reis.
Marília

Os três Reis do Oriente
Já chegaram a Belém
Visitar o Deus Menino
Que Nossa Senhora tem.
Leonardo

Depois de termos conversado sobre a história dos Reis Magos, da tradição de pedir os Reis, pintámos um desenho para decorar a sala.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Bom Ano 2009

A todos desejamos um Bom Ano de 2009.
Neste novo ano vamos continuar a trabalhar e a estudar para atingirmos os nossos objectivos, mas também a brincar, a rir, a sermos amigos uns dos outros e tentar sermos felizes.