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terça-feira, 2 de junho de 2009

Lengalenga - Diz o galo para a galinha

Hoje lemos a lengalenga "Diz o galo para a galinha" que está no nosso livro de Língua Portuguesa.
Depois de fazermos a sua leitura dramatizada, o professor mostrou-nos uma animação com esta lengalenga.




De seguida foi a nossa vez de reinventar a lengalenga.


Diz a galinha para o galo:
- As flores de onde virão ?
Dizem os castores
Que são roedores:
- Estamos prontos
Para oferecer as flores.
As flores já nós temos cá.
O bolo de onde virá ?
Diz o lobo
-Estou pronto para fazer o bolo.


Diz o gato que está em França:
- Estou pronto para dar a aliança.

Diz o coelho que está no chão:
- Estou pronto para dar um pão.

Diz o pato que está no Minho:
- Estou pronto para dar o vinho.

Diz o papa formiga, que estava com inveja:
- Estou pronto para dar a cerveja.

Diz o boi que está no palheiro:
- Estou pronto para ser o carteiro.

Diz o cão todo pimpão:
- Estou pronto para lançar o pião.

Diz o gato para o padrinho:
- De onde virá o toucinho ?
- O toucinho virá do merceeiro
Que traz um ramo do seu canteiro.

Diz a gata para a padeira:
- Estou pronta para fazer uma cabeleira.

Diz o rinoceronte para o castor:
- Estou pronto, vou ser cantor.

Diz a andorinha que é cabeleireira:
- Para haver casamento é preciso uma capoeira.

Diz a galinha que está na capoeira
Que está pronta para ser a cozinheira.

Diz o cão que está na casota:
- Estou a preparar a noiva para ir janota.

Diz a borboleta que está no ar:
- Estou pronta para ir actuar.

- Os fatos do noivo, de onde virão ?
Responde a raposa matreira:
- Isso é comigo, eu sou costureira.

Diz o macaco à galinha:
- Dou-te um saco com farinha.

Diz o leão que vem da selva:
- Dou-te um casarão com muita relva.

Diz o cão que está na casota:
- Estou pronto para dar uma nota.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Visita do sr. Armando - Pastor

No dia 29 de Maio, o senhor Armando Marques Oliveira, mais conhecido como "Parente" veio à escola falar-nos sobre a sua vida de pastor.

O senhor Armando mora na Quinta do Góis e vai fazer 87 anos. É o bisavô do Leonardo. É um senhor muito divertido.
Fizemo-lhe uma entrevista e ele respondeu-nos com simpatia.


Aluno - Quantas ovelhas tem ?
Sr. Armando - Tenho um rebanho com 50 ovelhas.
Aluno - Desde quando é pastor ?
Sr. Armando- Sou pastor há 80 anos. Com 7 anos fui guardar sozinho o rebanho do meu pai.
Aluno - Alguma vez levou o rebanho para a Serra da Estrela ?
Sr. Armando - Sim, levei. A primeira vez foi quando tinha 16 anos.
Aluno - Em que altura do ano o levava ?
Sr. Armando - Era em Junho.
Aluno - Quanto tempo ficava na Serra da Estrela ?
Sr. Armando - Ficava lá durante 2 meses, desde Junho até principios de Agosto.
Aluno - Como eram os rebanhos ?
Sr. Armando - Eram muito grandes, com mais de 300 ovelhas.
Aluno - Quem ia com os rebanhos para a Serra '
Sr. Armando - Juntavam-se os pastores da terra e íamos juntos.
Aluno - Quanto tempo demoravam a chegar á Serra ?
Sr. Armando - Demorávamos um dia inteiro. Saíamos de madrugada e chegávamos lá pelo noitinha.
Aluno - Na Serra, como viviam ?
Sr. Armando - Íamos para perto da lagoa Comprida e dormiamos aoa relento. Apanhávamos sol, frio, chuva. para comermos contratávamos um senhor que nos fazia o comer.
Aluno - Na Serra, encontravam-se muitos pastores ?
Sr. Armando - Sim, havia pastores de muitas terras e algumas bem longe.
Aluno - Gostava de ir para a Serra ?
Sr. Armando - Sim, gostava.



sexta-feira, 24 de abril de 2009

Dia do Livro - 23 de Abril



Hoje comemorámos o Dia do Livro.
Para além de termos lido mais um capítulo do livro "Uma aventura na Serra da Estrela", construímos um marcador para livros.







quinta-feira, 16 de abril de 2009

"Uma aventura na Serra da Estrela" - Livro PNL

Ao longo deste período iremos acompanhar as aventuras da Teresa, Luísa, Caracol, Pedro, João, Faial e Chico numa viagem à Serra da Estrela, através do livro escrito pela Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.


quarta-feira, 15 de abril de 2009

Charadas

Hoje inventámos algumas charadas.

Tentem descobrir as soluções !







sexta-feira, 6 de março de 2009

Semana da leitura - Ilustração de poemas

A professora Isabel e o professor João passaram na nossa sala e ofereceram a cada um de nós um poema.
Depois de termos partilhado a leitura dos diferentes poemas, fizemos a sua ilustração.
De entre os poemas iguais, um conjunto de professores escolheu os melhores trabalhos, que se apresentam de seguida.



quinta-feira, 5 de março de 2009

Semana da Leitura - Atelier de Banda Desenhada

A partir de tiras de banda desenhada das histórias do Tintin e da Mafalda, em grupos criámos, com as tiras que seleccionámos, novas aventuras com estas personagens.
Ficam aqui alguns exemplares.










Textos com diferentes funções comunicativas

Depois de termos analisado textos com diferentes funções comunicativas - aviso, recado, publicidade, notícia, anúncio, convite, folheto informativo - os alunos construiram, em grupo, a partir de um objecto que selecionaram, diferentes tipos de texto. Fica o resultado:

Recado

Mãe, vou dar uma volta de mota.
Até logo.
Beijinhos da tua filha Rita.

Ana Rita, Bruno, Diogo, Fábio Madeira, Hugo

Anúncio

Vendem-se balões nas lojas dos chineses, ao pé da Caixa Agrícola.
Cada saco custa 2€. Há balões de muitas cores.

Jessica, Rafaela, Patrícia

Convite

Rafaela
Estás convidada para vires à festa em Paz de la Casa para a apresentação do novo relógio que fala.
Podes trazer uma amiga.
Beijinhos

Gonçalo, Daniel, Joel


Notícia

No dia 24 de Fevereiro, uns homens disfarçados de segurança entraram na fábrica de chocolate, em Lisboa, e colocaram veneno na caldeira do chocolate.
Um menino, que comprou um chocolate na loja do senhor Joaquim, comeu-o e desmaiou. Foi levado para o hospital.
Passados 6 meses, os ladrões foram apanhados pela polícia. O menino recuperou a saúde sem ficar com problemas.

Leonardo, Cristiana, Fábio Dias, David


O slogan publicitário que construíram para cada um dos objectos:




Semana da Leitura - atelier de poesia

A partir dos poemas propostos pela equipa da Biblioteca, os alunos recriaram-os completando as lacunas.

Poema recriado I

Meninas que estais a cantar
Numas barraquinhas pequenas
Lá fora o Sol vai brilhar
Os riscos das vossas penas.

Menisnas que estais molhadas
Numas barraquinhas sentadas
Lá fora flores vão crescer
Com as vossas caras a aparecer.

Meninas que estais sonhando
Numas barraquinhas de moinho
Lá fora canta, chamando
O canto dum passarinho.

Ó mestra que estás no ar
Em cadeirinha tão alta
Lá fora o Sol vai iluminar
As penas que tens na Malta.

Ó mestra que estás dançando
Em cadeirinha de folhos
Lá fora flores vão abanando
Para adoçar os teus olhos.

Ó mestra que estás sonhando
Em cadeirinha de linho
Lá fora canta chamando
O canto do passarinho.

O poema original é de Matilde Rosa Araújo, "O livro da Tila".

Poema recriado II

Encontrei o meu amor
que estava a brincar
pedi-lhe uma flor
para a beijar.

Recolhi a flor
com todo o amor
num tubo de amar
bem me posso apaixonar.

Olhei-a de lado de repente
do outro e de frente
tinha um ar de gota
muito marota.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as maneiras
deu-me o que é costume.

O peoma origina é de António Gedeão.

Poema recriado III

Vai a galope o cavalo e sem armadura
Galopando no ar sem ferradura.

E galopa e galopa, o cavalo
E galopa sem fim sem ter intervalo.

Oh, que bravo corcel, que doidas galopadas,
Crinas de estopa ao vento e as patas pintadas.

Em curvas pelo ar, em velozes carreiras,
O cavalo de pau é o terror das cadeias!

E o cavaleiro nunca muda de posição
A galopar a galopar a levanta-se do chão.

O pema original é de Afonso Lopes Vieira

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

A biodiversidade da Serra da Estrela

No dia 18 de Fevereiro estivemos no auditório a ouvir uma bióloga do CISE que nos falou sobre a Biodiversidade da Serra da Estrela.
Ela começou por nos dizer o que era a biodiversidade. Ficámos a saber que esta palavra significa que existem muitas e diferentes formas de vida.
Aprendemos que na Serra da Estrela existem muitos seres vivos, alguns deles só lá existem. São exemplo. a lagartixa-da-montanha, algumas espécies de gafanhotsos, borboletas e algumas plantas.
Algumas plantas e animais estão em vias de extinção e por isso devemos protegê-los.Algumas plantas ervem para fazer medicamentos.
A biológa mostrou imagens de paisagens , animais e plantas e falou-nos sobre elas.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Aventuras com as nossas personagens favoritas...

Foi proposto aos alunos que escolhessem três personagens de entre aquelas que foram mostradas. Com elas iriam um texto no qual fossem as personagens e tivessem que resolver um problema. Os alunos selecionaram ainda o espaço onde decorria a história.




Eis alguns desses textos...





Personagens: Bob, Ruca, Noddy
Problema: O Noddy teve um acidente de carro


Era uma vez três amigos que se chamavam Bob, Ruca e Noddy. O Bob ligou ao Ruca e ao Bob para irem lanchar a sua casa.
O Noddy, no caminho, teve um acidente mesmo à porta do Ruca. Bateu com o pára-choques num poste de luz.
Como o Ruca viu o acidente e tinha o telefone à mão, telefonou para o Bob e levou-lhe o carro. Chamou também uma ambulância para levar o amigo ao hospital ver se tinha alguma coisa partida.
O Bob conseguiu arranjar o carro e foi com o Ruca buscar o Noddy ao hospital. Depois foram todos lanchar.

Leonardo

Personagens: Capuchinho Vermelho, Kitty e a Dora
Problema: A Capuchinho Vermelho vivia sozinha na floresta e tinha medo.

A Capuchinho Vermelho estava sozinha na floresta, numa casa velha. Quando chovia e trovejava, a casa abanava com tanto estrondo. Ela ficava com muito medo.
Num dia de sol, ela foi para a sua quinta semear cenouras e outros alimentos.
Chegaram dois meninos mendigos que lhe perguntaram se podiam viver com ela. A Capuchinho Vermelho teve coragem de perguntar aos mendigos como é que se chamavam e eles responderam:
- Eu chamo-me Kitty.
- E eu sou a Dora.
A Capuchinho Vermelho aceitou a proposta deles. Os três meninos ficaram amigos e viveram felizes todos juntos. O Capuchinho Vermelho nunca mais teve medo.

Rafaela



Personagens: Ruca, Noddy e o Bob
Problema: Há lixo na praia


O Ruca, o Bob e o Noddy foram para a praia.
Quando lá chegaram viram que a praia tinha lixo. O Bob e os seus amigos não tinham sítio para brincar.
Os amigos pegaram em sacos e limparam o lixo. Agora já têm espaço para brincarem.

Bruno


Personagens: Bob, Ruca, Noddy
Problema:O Bob e o Noddy discutem para saber quem é que constrói a melhor casa para o Ruca.


Era uma vez três amigos que se chamavam Bob, Ruca e Noddy. Eles moravam numa cidade.
Um dia combinaram encontrarem-se na rua de São Paulo porque o Ruca queria-lhes dar uma notícia.
Quando eles se encontraram, o Ruca contou-lhes que queria construir uma casa mas não sabia nada de construção, por isso ia pedir-lhes ajuda. Eles concordaram logo em ajudar.
O Bob disse:
- Eu vou-te construir a melhor casa do mundo.
O Noddy disse:
- Não, eu é que te vou construir a melhor casa do Universo.
Eles começaram a discutir. O Ruca tentou acalmá-los e disse:
- Porque é que vocês não se juntam e fazem a melhor casa.
Eles concordaram e começaram logo a construí-la.
Numa só semana construíram uma bonita casa para o Ruca que ficou feliz com a ajuda dos amigos.

Pedro

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Cartaz - "As andanças do senhor Fortes"

No final da história, o senhor Fortes, o Arnaldo e a Ricardina tornaram-se artistas de circo. Juntaram-se ao Circo Mundial e foram de terra em terra mostrar as suas habilidades.
A partir do enunciado do cartaz existente no livro, foi realizado um concurso para a sua ilustração. A escolha dos três melhores recaiu nos seguintes:






domingo, 25 de janeiro de 2009

PNL - As andanças do senhor Fortes

Uma das actividades que já realizámos à medida que vamos lendo este livro de António Mota foi os desenhos que apresentamos de seguida.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Adivinha quanto eu gosto de ti !

Hoje falámos sobre o que é gostar de alguém e do tamanho desse gostar.
Uns meninos acham que é fácil dizer aos outros que gostamos deles, mas outros dizem que é muito difícil, que têm que escrever e desenhar em "bilhetinhos" para depois os entregar.
O professor contou-nos a história "Adivinha quanto eu gosto de ti", de Sam McBratney e vimos um pequeno filme.



Depois ouvimos e cantámos a canção do André Sardet "Adivinha quanto gosto de ti".





Em grupo, uns transformaram o poema da canção num texto em prosa e outros transformaram o texto da história em poesia.

Fica aqui o que fizemos.


Gosto muito de ti
Desde a Lua até aqui
Do tamanho dos meus braços
Dou-te muitos abraços.

A lebre saltou muito alto
Em cima do jardim
Com esse saltão
Mostrou quanto gostava de mim.

Leonardo, Inês, Mariana, Fábio Dias

Sabes quanto gosto de ti?
Dizia a lebre grande
Gosto de ti
Como daqui até ali.

A lebre grande saltou
Para dizer o quanto a amava
A pequena lebre olhou
Enquanto ela brincava.

Eu também gosto de ti
Como daqui até à Lua
E da Lua até aqui
Ficaremos sempre juntos, aqui, nesta rua.

Rafaela, Daniel, Patrícia

Gosto muito de ti
Do tamnaho de um salto
Desde aqui até ali
Foi um salto muito alto.

Lebre, lebrezinha, gosto tanto de ti
Como a flor que tenho na minha mão
Igual aquela ali
Com cheiro a limão.

És tão amiguinha e tão bonita
Da cor da avelã
És muito alta
E fofa como a lã.

Desde aqui até à Lua
Eu gosto de ti
Quando estou contigo aqui
Bem juntinhos nesta rua.

Cristiana, Pedro, Joel


Eu gosto muito da Sara porque ela é minha amiga.
Eu queria cantar-lhe uma canção para lhe dizer o quanto eu gosto dela, porque não sabia como lhe dizer.
Quando ia a casa dela, ela fechava-me a porta na cara e não olhava para mim.
Um dia enchi-me de coragem, cantei-lhe uma canção e disse-lhe que gostava dela desde aqui até à Lua.
Ela, para me agradecer, deu-me um beijo e eu fiquei feliz.

Jessica, Carolina, Gonçalo

Era uma vez um menino que se apaixonou por uma menina, mas não sabia como lhe dizer. Pensou: “ Vou dar-lhe uma flor com um bilhete, mas não sei o que vou escrever”.
O menino estava com as pernas a tremer porque tinha medo da resposta que a menina lhe ia dar.
- Tenho que me decidir como lhe hei-de contar!
Então, um dia, parou à porta dela, mas ela nem olhou para ele quando lhe disse que gostava dela.
No outro dia, o menino ganhou coragem e disse-lhe que gostava dela como dali até à Lua.

Ana Rita, Bruno, Hugo, Diogo

Era uma vez um menino que queria dizer a uma amiga que gostava dela, mas tinha vergonha. Ele queria escrever-lhe uma carta, mas não sabia bem o que lhe havia de dizer.
O menino, um dia, resolveu construir um avião de papel azul com uma carta escrita lá dentro.
A menina abriu o avião e leu que o menino gostava dela como dali até à Lua.

Ricardo, Marília, David, Fábio Madeira

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Biografia - António Mota

Com a pesquisa que alguns alunos fizeram na Internet e na Biblioteca sobre a vida do escritor António Mota, autor do livro que andamos a ler "As andanças do Senhor Fortes", organizámos a informação e construímos uma pequena biografia.

António Mota nasceu no dia 16 de Julho de 1957, em Vilarelhe - Ovil, concelho de Baião, distrito do Porto.
Aos 7 anos ajudava o pai, que era sapataeiro, a construir sapatos e chancas.
Gostava de ouvir música clássica no rádio e de ler os livros que a carrinha da Biblioteca Itinerante trazia.
Tinha a tarefa de guardar as cabras mas era mau pastor porque as deixava fugir.
Estudou para ser professor do 1º ciclo tendo concluído o curso em 1975. Foi professor na escola que frequentou em criança.
Em 1979 escreveu o seu primeiro livro "A aldeia das Flores".
Ganhou vários prémios com os livros que escreveu.
Já escreveu mais de 70 livros.

A vendedora de fósforos

No dia 12 lemos um excerto da história da "Vendedora de fósforos", de Hans Christian Andersen.
A história não tinha acabado e o professor pediu que imaginassemos o que iria acontecer.
Ficam aqui a continuação da história que alguns meninos escreveram.

O frio aumentava cada vez mais…


A menina estava encostada entre duas casa porque ali não estava tanto frio. Ela ficou ali até ser dia.
De manhã, uma senhora encontrou-a e levou-a para sua casa. A menina foi até à lareira aquecer-se.
A senhora comprou-lhe fósforos e deu-lhe uns sapatos novos. A menina ficou contente e foi para casa, com o dinheiro no bolso do avental, mostrar ao pai.
O pai não lhe ralhou e com aquele dinheiro mandou arranjar a casa e não foi preciso ir vender mais fósforos.

Daniel

…e depois começou a nevar. A menina chorava. Ela queria ir para casa mas tinha medo do pai. Então teve uma ideia: ia parar em todas as casas da rua e dizer a todos para comprarem fósforos que assim aqueceriam melhor as suas casas. Assim fez e conseguiu muito dinheiro para levar para casa.
Quando chegou a casa, viu que o pai estava a dormir. Acordou-o e disse-lhe que já tinha dinheiro; ele ficou muito orgulhoso pela filha.
No dia seguinte foram à feira e compraram comida, casacos quentes e sapatos. Com o dinheiro que sobrou compraram outra casa melhor.
A menina e o pai arranjaram trabalho e viveram felizes.

Inês

…e a menina continuava cheinha de frio. No chão estava uma, pegou nela e agasalhou-se.
No dia seguinte, a menina acordou e que já havia pessoas naquela rua. Estavam contentes e bem agasalhadas.
Ela pôs-se a pensar numa maneira de vender os fósforos. Pensou, pensou até que teve uma ideia. Tirou a manta, dobrou-se e estendeu-a no meio da rua. Colocou os fósforos em cima e começou a cantar. As pessoas paravam e compravam os fósforos.
Quando chegou a casa e mostrou o dinheiro ao pai ficaram contentes e viveram felizes para sempre.

Pedro

Como estava cheia de frio, a menina acendeu alguns fósforos para fazer uma fogueira com alguma lenha que estava ali perto.
O pai ficou preocupado e foi à procura da menina na cidade.
Encontrou-a quase gelada. As pessoas vieram á janela e ficaram tristes por causa dela. Então deram-lhe tudo o que a menina precisava: dinheiro, comida e roupa.
Nunca mais teve de vender fósforos e ela e o pai estiveram sempre quentes.

Hugo

A menina continuava a andar, a andar até que foi dar a sua casa, mas voltou para trás com medo.
O pai, em casa, ficou preocupadíssimo a pensar que ela podia ter sido raptada ou ter-se perdido. Ele resolveu sair de casa para ir procurá-la.
A menina, por sorte, escondeu-se entre três pedras ao alto que pareciam uma cabana.
O pai quando a encontrou ficou muito contente e a menina disse-lhe que tinha tido medo de ir para casa porque não tinha vendido nenhum fósforo e o pai podia bater-lhe.
O pai disse-lhe que a culpa não era dela, as pessoas é que não queriam comprar fósforos.
Os dois abraçaram-se.

Mariana

Hoje, 14 de Janeiro, o professor mostrou-nos um filme de animação com esta história.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

"As andanças do Senhor Fortes" - PNL

Nas próximas semanas iremos ler e trabalhar um novo livro do Plano Nacional de Leitura - PNL.
Começámos por explorar a sua capa e contra-capa, registando a "ficha técnica":


Título - "As andanças do Senhor Fortes"
Autor - António Mota
Ilustrador - Teresa Lima
Editora - Gailivro
Ano de publicação - 2004






Depois fomos escrever o que imaginavamos que seria a história, a partir da observação da capa. Ficam aqui registados alguns desses textos.

Era uma vez um senhor que se chamava Fortes. Um dia, nas suas andanças, foi a uma loja e viu umas ovelhas. Comprou-as, levou-as para casa e pô-las na loja. O cabrito que já lá estava ficou agitado quando viu o rebanho. O cabrito começou aos saltos e assustou as ovelhas. O senhor foi à loja e viu tudo em pantanas. Fez com que o cabrito parasse e começou a ser amigo das ovelhas.O senhor Fortes andava muito mas um dia cansou-se. Como ele adorava andar nas suas andanças, teve uma ideia: levar uma ovelha consigo e quando estava cansado punha-se em cima dela e assim já podia descanasr um pouco.

Inês

Eu acho que o senhor Fortes, quando ia nas suas andanças, passou por uma loja de malas, achou uma muito bonita e resolveu comprá-la. Ao sair da loja viu um rebanho de ovelhas e uma delas era diferente porque era castanha e ia no caminho a dançar.

Leonardo



Era uma vez um senhor que se chamava Fortes.
O senhor Fortes quando ia sair de casa para o trabalho encontrou uma rebanho de ovelhas e viu que uma ovelha preta andava a dançar. Quando ele voltou das suas andanças, à noite, a ovelha ainda estava a dançar.

David


Era uma vez um senhor que estava em casa quando viu que estava a entrar um rebanho de ovelhas em sua cas. Ele ficou aflito porque lhe iam estragar tudo. Então decidiu ir atrás delas para as pôr na loja.



Rafaela

Era uma vez uma ovelha diferente das outras. O senhor Fortes andava sempre com ela para o veterinário para saber o que lhe tinha acontecido, pois tinha saído da barriga da mesma mãe.
O veterinário disse-lhe que pensava que tinha sido um espermatozóide diferente dos outros e por isso ela era diferente.



Gonçalo

Era uma vez um senhor que tinha muitas ovelhas. Ele era pobre e por isso teve que viajar de avião para ver se arranjava alguém que as quisesse comprar para ter ficar com dinheiro.
Ele teve que viajar para uma terra muito longe e quando lá chegou arranjou uma pessoa que as queria comprar.
As ovelhas também foram de avião e assim o senhor conseguiu ganhar o dinheiro.



Joel

Era uma vez um senhor que ia a sair de sua casa mas as ovelhas tapavam-lhe o caminho. O senhor chamou o senhor Fortes para o ajudar a sair daquela confusão porque a vaca que comandava as ovelhas era muito má e podia matá-lo.



Ana Rita

Quadras / Canções de Reis

Recolha feita por alguns alunos da turma.


Já os três Reis são chegados
À lapinha de Belém.
Adoraram o Menino
Que nossa Senhora tem.

Dar Boas Festas
Aqui viemos,
Os Santos Reis
Lhe cantaremos.

Santos Reis, santos coroados
Vinde ver quem vos coroou
Foi a Virgem, Mãe sagrada
Quando por aqui passou.

O caminho era torto,
Uma estrela vos guiou.
Em cima de uma cabana
Essa estrela parou.

A cabana era pequena
Não cabiam todos três
Adoraram Deus Menino
Cada um por sua vez.

Aqui vimos nós
Todos reunidos
A cantar os Reis
Aos nossos amigos.

Não é por interesse
Mas por amizade
Dá-nos um tostão
De boa vontade.

Cantamos os Reis
Do qui ri qui qui
Senão nos dão nada
Ficamos aqui.

Ficamos aqui
Ficamos aqui
A cantar os Reis
Do qui ri qui qui.

Ó da casa, nobre gente
Senhores desta morada
Escutai e ouvireis
Esta nobre embaixada.

Quem diremos nós que viva
Por cima da salsa crua
Vive lá o menino
Que é o mais lindo da rua.
Fábio Dias


Nós somos os três Reis
Vimos do Oriente
Vimos abençoar o menino
Com estes lindos presentes.

Aqui vimos, aqui vimos
Aqui vimos, bem sabeis
Desejar as boas festas
E também pedir os Reis.
Marília

Os três Reis do Oriente
Já chegaram a Belém
Visitar o Deus Menino
Que Nossa Senhora tem.
Leonardo

Depois de termos conversado sobre a história dos Reis Magos, da tradição de pedir os Reis, pintámos um desenho para decorar a sala.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Quadras de Natal - caligramas

Escrevemos quadras sobre o Natal e a partir delas fizemos caligramas.
Estão expostoas aqui e na Biblioteca da Escola.


Estamos no Natal
Há muitos presentes
E quando os recebemos
Ficamos contentes.

Os Reis Magos seguiram uma luz
Para encontrarem o menino Jesus.
Porque é Natal, nasceu Jesus
Numa gruta cheia de luz.

Pedro

Nós, no Natal,
Gostamos de receber presentes
E quando os recebemos
Ficamos contentes.

Mariana

Os Reis Magos foram ver Jesus
Até ao presépio seguiram uma luz.
No Natal nasceu Jesus
Nesse dia apareceu a Luz.

No Natal
Abrimos as prendas
E todos divertidos
Ouvimos contar lendas.

Gonçalo

Gosto do Natal
Porque é divertido
A prenda da minha avó
É um belo vestido.

O Natal é giro.
Enfeita-se o pinheiro,
Põem-se luzinhas,
Para vir o carteiro.

O Pai Natal
Traz prendas para nos dar
Com lindos lacinhos
Para desembrulhar.

Carolina

No dia de Natal
abrem-se as prendas
Ficamos contentes
E dormimos nas tendas.

Hugo

O Natal é muito especial.
O Pai Natal não nos vai deixar mal.
Ele é bestial
E também fenomenal.

Diogo

O Natal é bonito.
Nasceu o meninito
Que se chama Jesus
Que nos trouxe a Luz.

Inês

É Natal.
É um dia especial.
O Pai Natal é um amigo
Que vem ter comigo.

Ricardo Pinto

Chegou o Pai Natal.
É um dia especial.
Vêm bonitas as renas
Com as suas antenas.

Quando chegou o Natal
O presépio eu fiz
Com a ajuda do pessoal.
E fiquei muito feliz.

Rafaela

O dia de Natal
é um dia especial
Recebemos muitos presentes
E ficamos contentes.

Ana Rita

No Natal
resplandece a luz
Há muita alegria
Pois nasceu Jesus.

Leonardo

Como sou um petiz
No Natal estou feliz.
Há muita felicidade
E uma grande amizade.

Bruno

No dia de Natal
Há muitos presentes.
Voam as renas
Todas contentes.

No dia de Natal
Faço um pinheiro
Muito especial
Com pouco dinheiro.

Daniel

O Natal está à porta
As prendas vamos receber
Contentes vamos ficar
Depois da ceia comer.

Fábio Dias

È Natal, é Natal.
É tempo de presentes.
É um dia especial
E ficamos contentes.

Marília

Natal, Natal
Com muita alegria
Vamos para o quintal
Escrever poesia.

Patrícia


Quando chega o Natal
Chega o pai Natal.
Traz-me um presente
Muito especial.

David

Estamos no Natal
Há muita alegria.
Jesus nasceu
Com muita simpatia.

Jessica

Dia de Natal
Brilha a luz
Há muita alegria
Pois nasceu Jesus.

O dia de Natal
É 25 de Dezembro
Neste dia nasceu Jesus,
Se bem me lembro!

Cristiana


quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Exposição de trabalhos - "O Soldadinho de Chumbo"

Depois de termos trabalhado a obra do PNL " O Soldadinho de Chumbo", de Hans Christian Andersen, alguns alunos construiram, em diferentes materiais, vários "soldadinhos" e "bailarinas".
Os trabalhos estão em exposição na Biblioteca da Escola.