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sexta-feira, 6 de março de 2009

Semana da leitura - Ilustração de poemas

A professora Isabel e o professor João passaram na nossa sala e ofereceram a cada um de nós um poema.
Depois de termos partilhado a leitura dos diferentes poemas, fizemos a sua ilustração.
De entre os poemas iguais, um conjunto de professores escolheu os melhores trabalhos, que se apresentam de seguida.



quinta-feira, 5 de março de 2009

Semana da Leitura - Atelier de Banda Desenhada

A partir de tiras de banda desenhada das histórias do Tintin e da Mafalda, em grupos criámos, com as tiras que seleccionámos, novas aventuras com estas personagens.
Ficam aqui alguns exemplares.










Semana da Leitura - atelier de poesia

A partir dos poemas propostos pela equipa da Biblioteca, os alunos recriaram-os completando as lacunas.

Poema recriado I

Meninas que estais a cantar
Numas barraquinhas pequenas
Lá fora o Sol vai brilhar
Os riscos das vossas penas.

Menisnas que estais molhadas
Numas barraquinhas sentadas
Lá fora flores vão crescer
Com as vossas caras a aparecer.

Meninas que estais sonhando
Numas barraquinhas de moinho
Lá fora canta, chamando
O canto dum passarinho.

Ó mestra que estás no ar
Em cadeirinha tão alta
Lá fora o Sol vai iluminar
As penas que tens na Malta.

Ó mestra que estás dançando
Em cadeirinha de folhos
Lá fora flores vão abanando
Para adoçar os teus olhos.

Ó mestra que estás sonhando
Em cadeirinha de linho
Lá fora canta chamando
O canto do passarinho.

O poema original é de Matilde Rosa Araújo, "O livro da Tila".

Poema recriado II

Encontrei o meu amor
que estava a brincar
pedi-lhe uma flor
para a beijar.

Recolhi a flor
com todo o amor
num tubo de amar
bem me posso apaixonar.

Olhei-a de lado de repente
do outro e de frente
tinha um ar de gota
muito marota.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as maneiras
deu-me o que é costume.

O peoma origina é de António Gedeão.

Poema recriado III

Vai a galope o cavalo e sem armadura
Galopando no ar sem ferradura.

E galopa e galopa, o cavalo
E galopa sem fim sem ter intervalo.

Oh, que bravo corcel, que doidas galopadas,
Crinas de estopa ao vento e as patas pintadas.

Em curvas pelo ar, em velozes carreiras,
O cavalo de pau é o terror das cadeias!

E o cavaleiro nunca muda de posição
A galopar a galopar a levanta-se do chão.

O pema original é de Afonso Lopes Vieira